Com o intuito de proteger e fortalecer os povos que professam religiosidade de matriz africana, o Ministério da Igualdade Racial vai destinar um investimento de R$ 9 milhões em cinco editais e a previsão de lançamento dessas iniciativas, está prevista para abril e maio.
O investimento irá reconhecer tais práticas e promover um importante resgate ancestral.
Para além da fé, pensar o culto de matriz africana é cuidar da defesa do meio ambiente, enfrentar o racismo ambiental, apostar na perpetuação dos saberes tradicionais, investindo em crianças e jovens de terreiro e fortalecer a geração de renda, apoiando o empreendedorismo negro.







