Evento realizado pelo Movimento Plantaformas acontece de 4 a 6 de abril em Palmas e no Quilombo Barra de Aroeira (TO), com debates, oficinas e vivências culturais
O Movimento Plantaformas realiza, de 4 a 6 de abril, o Encontro Livre – Tecnologias Ancestrais e Digitais, um espaço de diálogo sobre o impacto da era digital nas comunidades, aliado à valorização dos conhecimentos tradicionais. O evento busca refletir sobre ferramentas tecnológicas e suas implicações sociais, econômicas e políticas, fortalecendo projetos locais e a luta por direitos.
Com atividades em Palmas e no Quilombo Barra de Aroeira (TO), o encontro integra debates sobre segurança digital, inteligência artificial e colonialismo de dados, sempre em conexão com as tecnologias ancestrais. A proposta é fomentar uma visão decolonial da tecnologia, incentivando o protagonismo comunitário e a defesa dos territórios tradicionais.
Programação une saberes e resistência
4 de abril (Sexta-feira) – Casa de Angola (Taquaruçu – Palmas/TO)
- 19h – Apresentação de Capoeira Angola Alagbedé Tocantins
- 19h40 – Cerimônia de Abertura: “O encontro entre tecnologias ancestrais e digitais”
- 20h40 – Ngudiá (Momento de alimentação e integração)
(Vestimenta sugerida: branco)
5 de abril (Sábado) – Espaço Cultural Chapéu de Palha (Quilombo Barra de Aroeira/TO)
- 8h – Café da manhã coletivo
- 9h – Vivência Cultural: Troca de saberes ancestrais
- 10h às 12h30 – Roda de Conversa: “Colonialismo de vigilância e latifúndio digital – Segurança digital para movimentos sociais”
- 12h30 às 14h – Almoço comunitário
- 14h – Oficina Kusona: Experimentos visuais decoloniais com IA (Inteligência Artificial)
- 17h – Encerramento com atividade cultural
6 de abril (Domingo) – Espaço Cultural Chapéu de Palha (Quilombo Barra de Aroeira/TO)
- 8h – Café da manhã
- 9h – Vivência Cultural
- 10h – Roda de Conversa: “Tecnologias digitais e ancestrais”
- 13h – Encerramento com almoço e apresentação cultural
Tecnologia como ferramenta de luta e ancestralidade
O evento destaca a importância de uma abordagem crítica sobre o mundo digital, aliada à preservação dos saberes tradicionais. “Queremos que as comunidades não apenas acessem a tecnologia, mas a utilizem como instrumento de resistência e autonomia”, explica a organização.
Além das discussões, o encontro oferece oficinas práticas, como a de inteligência artificial com perspectiva decolonial, e momentos de troca de conhecimentos ancestrais, reforçando a conexão entre passado e futuro.
Serviço
📅 Data: 4 a 6 de abril
📍 Locais:
- 4/04: Casa de Angola (Taquaruçu – Palmas/TO)
- 5 e 6/04: Espaço Cultural Chapéu de Palha (Quilombo Barra de Aroeira/TO)
🎟️ Gratuito (sujeito a lotação)
🔗 Mais informações: Acompanhe as redes do Movimento Plantaformas








