Já em solo soteropolitano, a cantora carrega consigo seu violão e sua composição, que destaca a história do grupo musical. Gil conta que, diferente de outras canções, passou dias na procura de um motivo para a música existir e explicou ainda que, antes de escrever a letra, ouviu todos os discos do Olodum e pesquisou sobre a trajetória do grupo. De acordo com as regras do festival, as três canções ganhadoras desta etapa serão gravadas pelo Olodum, com foco no Carnaval de 2025.
Para Gil Doliath, ser convocada para um concurso como este traz a sensação de que todos os percalços enfrentados como artista independente valeram a pena. “Cresci com meus pais falando da importância dos festivais de música e vivenciei alguns no Tocantins. Participar de um, sabendo que as pessoas de lá se interessaram pela letra, pela melodia e interpretação, me faz tomar um gás e acreditar que ainda existem espaços para diferentes ritmos e estilos, e que devo continuar com a minha essência da música popular brasileira”, completou a tocantinense.
Questionada sobre as expectativas para o evento, a artista explicou que só pelo fato de ter enviado voz e violão no ato de inscrição e ter sido convocada já se enche de esperança. “Minha intenção é conseguir estar entre os finalistas, visto que as três canções que passarão serão gravadas pelo Olodum. Agora, nesta etapa, alguns integrantes da banda me acompanharão na apresentação e poderão ver a força da canção”, comemorou.







