
Nascida em 1931, na Suíça, Andujar adotou o Brasil desde 1955, quando refugiava-se do nazismo. Por meio de seu trabalho como fotógrafa, conheceu os Yanomami e passou a denunciar ativamente o descaso do Estado para com eles. Seu trabalho foi fundamental para que ocorresse a demarcação da Terra Indígena Yanomami, em 1992.
“Suas experiências, que justapõem imagem e imaginação, nunca cessaram, e abriram passagem para que, décadas adiante, ela conseguisse representar na gênese fotográfica o maior dos seus desafios: a emanação espiritual e as imagens oriundas da miração dos Yanomami em seus rituais xamânicos”
Eder Chiodetto, curador

A partir desta quarta-feira, 3/04, o Itaú Cultural inaugura “Claudia Andujar cosmovisão”, uma exposição dedicada ao trabalho da fotógrafa suíço-brasileira, que dedicou sua vida e obra à luta pelos direitos dos Yanomami.
Serviço:
Itaú Cultural: Avenida Paulista, 149
Em cartaz de 3 de abril a 30 de junho de 2024
Visitação: de terça a sábado, das 11h às 20h, domingos e feriados, das 11h às 19h
Entrada gratuita







