O termo choro advém do modo choroso com o qual se tocava as músicas estrangeiras no final do século XIX, seus apreciadores diziam a manifestação cultural “música de fazer chorar”.
Dentre os gêneros musicais, o mais brasileiro. Acredita-se que tenha nascido em 1870, na cidade do Rio de Janeiro, mais especificamente, em rodas no, Catete, Rocha, Andaraí, Tijuca, Estácio e demais vilas do centro antigo.
Com pedido de reconhecimento proposto pelo tradicional Clube do Choro de Brasília, pelo Instituto Casa do Choro do Rio de Janeiro, pelo Clube do Choro de Santos e por abaixo-assinado, a partir da última quinta(29), por unanimidade, pelo Conselho Consultivo do Patrimônio Cultural, presidido pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), o Choro é reconhecido como parte da cultura do Brasil e passa a constar no Livro das Formas de Expressão.
Para além do prestígio que é o lugar de patrimônio, faz-se mister preservar e promover, trazê-lo para perto da população e não permitir que se perca.







