Duas oficinas para se deleitar e curtir as obras de um dos grandes poetas brasileiros, Mario Quintana e do poeta tocantinense Gilson Cavalcante. Essas são as propostas do escritor e jornalista Ronaldo Teixeira, voltadas para escolas, instituições culturais e órgãos públicos de cultura. Mais informações via e-mail [email protected] ou pelo WhatsApp (63) 9 9257-3579.
A oficina “Quintanares Libertários – a poética em Mario Quintana”, aborda toda a produção poética de Quintana (1906-1994), suas confluências literárias, sua destreza na manipulação do soneto, acentua sua poesia bem-humorada e individualista, suas fantasias de um mundo imaginário, o social revelado nos males do progresso, sua posição social assumida, e seu lirismo libertário.
E a oficina “A Metapoesia Gigante de Gilson Cavalcante – Um Dom Quixote Apocalírico do Cerrado”, sobre toda a produção poética de Gilson Cavalcante (1954-2023), poeta e jornalista goiano e pioneiro tanto no jornalismo, quanto na literatura no Tocantins. Envolve todos os 11 livros publicados pelo autor em vida, suas confluências literárias, seu talento em utilizar a metáfora e sua habilidade em construir versos concisos e incrivelmente poéticos.
Segundo Ronaldo Teixeira, o objetivo dessas oficinas é redescobrir o valor lírico e social das poesias de Quintana e de Cavalcante. “A de Quintana já tenho pronta há anos, inclusive, realizei uma edição em Gurupi e outra na Feira Literária Estudantil Ribeirinha, em outubro do ano passado em Bela Vista do Tocantins. Essa última oficina surgiu da necessidade de se perpetuar a obra poética rica e fundamental de Gilson Cavalcante, falecido em 2023, para o entendimento de sua obra literária no Tocantins”, ressaltou o oficineiro.
Quintanares Libertários
Com cerca de 45 minutos de duração e emissão de certificado de participação, a oficina Quintanares Libertários – a poética em Mario Quintana é composta de 18 lâminas em PowerPoint que revelam toda a sua trajetória literária. São elas: 1 – confluências literárias; 2 – destreza na manipulação do soneto; 3 – poesia bem-humorada e individualista; 4 – fantasias de um mundo imaginário; 5 – o social revelado nos males do progresso; 6 – posição social assumida; e 7 – lirismo libertário. Por meio dessas lâminas em PowerPoint, o oficineiro vai discorrendo sobre toda a produção do grande poeta gaúcho.
Mário de Miranda Quintana
(Alegrete, 30 de julho de 1906 — Porto Alegre, 5 de maio de 1994) foi um poeta, tradutor e jornalista brasileiro. Fez as primeiras letras em sua cidade natal, e em 1919 muda-se para Porto Alegre onde estudou no Colégio Militar, publicando ali suas primeiras produções literárias. Trabalhou para a Editora Globo e depois na farmácia paterna. Considerado o “poeta das coisas simples”, com um estilo marcado pela ironia, pela profundidade e pela perfeição técnica, ele trabalhou como jornalista quase toda a sua vida. Traduziu mais de cento e trinta obras da literatura universal, entre elas Em Busca do Tempo Perdido de Marcel Proust, Mrs Dalloway de Virginia Woolf, e Palavras e Sangue, de Giovanni Papini. Em 1953, Quintana trabalhou no jornal Correio do Povo, como colunista da página de cultura, que saía aos sábados, e em 1977 saiu do jornal. Em 1940, ele lançou o seu primeiro livro de várias poesias, A Rua dos Cataventos, iniciando a sua carreira de poeta, escritor e autor infantil. Em 1966, foi publicada a sua Antologia Poética, com sessenta poemas, organizada por Rubem Braga e Paulo Mendes Campos, e lançada para comemorar seus sessenta anos de idade, sendo por esta razão o poeta saudado na Academia Brasileira de Letras por Augusto Meyer e Manuel Bandeira, que recita o poema Quintanares, de sua autoria, em homenagem ao colega gaúcho. No mesmo ano ganhou o Prêmio Fernando Chinaglia da União Brasileira de Escritores de melhor livro do ano. Em 1976, ao completar 70 anos, recebeu a medalha Negrinho do Pastoreio do governo do estado do Rio Grande do Sul. Em 1980 recebeu o prêmio Machado de Assis, da Academia Brasileira de Letras, pelo conjunto da obra.
Obras poéticas
-
A Rua dos Cataventos – Porto Alegre, Editora do Globo, 1940
-
Canções – Porto Alegre, Editora do Globo, 1946
-
Sapato Florido – Porto Alegre, Editora do Globo, 1948
-
O Aprendiz de Feiticeiro – Porto Alegre, Editora Fronteira, 1950
-
Espelho Mágico – Porto Alegre, Editora do Globo, 1951
-
Inéditos e Esparsos – Alegrete, Cadernos do Extremo Sul, 1953
-
Poesias – Porto Alegre, Editora do Globo, 1962
-
Caderno H – Porto Alegre, Editora do Globo, 1973
-
Apontamentos de História Sobrenatural – Porto Alegre, Editora do Globo / Instituto Estadual do Livro, 1976
-
Quintanares– Porto Alegre, Editora do Globo, 1976
-
A Vaca e o Hipogrifo – Porto Alegre, Garatuja, 1977
-
Esconderijos do Tempo – Porto Alegre, L&PM, 1980
-
Baú de Espantos – Porto Alegre – Editora do Globo, 1986
-
Preparativos de Viagem – Rio de Janeiro – Editora Globo, 1987
-
Da Preguiça como Método de Trabalho – Rio de Janeiro, Editora Globo, 1987
-
Porta Giratória – São Paulo, Editora Globo, 1988
-
A Cor do Invisível – São Paulo, Editora Globo, 1989
-
Velório Sem Defunto – Porto Alegre, Mercado Aberto, 1990
-
Água – Porto Alegre, Artes e Ofícios, 2011
-
Eu Passarinho – São Paulo, Para gostar de ler 41 , Editora Ática, 2006 (Antologia póstuma)
-
Poema: Quarteto e Terceto
Livros infantis
-
O Batalhão das Letras – Porto Alegre, Editora do Globo, 1948
-
Pé de Pilão – Petrópolis, Editora Vozes, 1968
-
Lili inventa o Mundo – Porto Alegre, Mercado Aberto, 1983
-
Nariz de Vidro – São Paulo, Editora Moderna, 1984
-
O Sapo Amarelo – Porto Alegre, Mercado Aberto, 1984
-
Sapato Furado – São Paulo, FTD Editora, 1994
(fonte: https://pt.wikipedia.org/wiki/
A Metapoesa Gigante de Gilson Cavalcante
A oficina “A Metapoesia Gigante de Gilson Cavalcante – Um Dom Quixote Apocalírico do Cerrado” é composta de 20 lâminas em PowerPoint que revelam toda trajetória literária do poeta, com quatro se reportando a sua obra poética de 11 livros publicados, com fotos e dados sobre cada uma delas, e 11 lâminas voltadas para excertos de poemas dos livros publicados, e três lâminas com fragmentos de olhares críticos sobre a sua poética, por nomes consagrados do meio literário e do jornalismo. Tem duração de cerca de 45 minutos de duração e emissão de certificado de participação.
Gilson Cavalcante
(Porangatu-GO, 05 de novembro de 1954 — Palmas-TO.,
Obras poéticas
• 69 Poesias – Dos Lençóis e da Carne (com Hélverton Baiano) – Goiânia-GO., Edição dos autores, 1983
• Lâmpadas ao Abismo – Palmas-TO., Edição do autor, 1992
• Ré-Inventário da Paisagem – Ensaio da Lógica Antropoética– Palmas-TO., Saccada Editora, 1995
• Poemas da Margem Esquerda do Rio de Dentro – Palmas-TO., Edição do autor, 2002 • O Bordado da Urtiga – (premiado na Bolsa Maximiano Teixeira da Mata do Governo do Tocantins) Palmas-TO., Editora Kelps, 2009
• Anima Animus – o decote de vênus – Palmas-TO., Edição do autor, 2009
• Poemas da Margem Esquerda do Rio de Dentro (2ª edição – Menção Especial do Concurso Literário Prêmio Cidade de Juiz de Fora-MG) – Palmas-TO., Edição do autor, 2012
• A Morfina Flor de Morfeu – (premiado na Bolsa de Publicações Hugo de Carvalho Ramos) Goiânia-GO., Funape, 2012
• Bonsai de Palavras (Poemas em Conta-Gotas) – Palmas-TO., Edição do autor, 2015
• A Arte de Desmantelar Calendários (premiado no edital de literatura da Lei Aldir Blanc 1 no Tocantins – 2021
• O Amor não Acende Velas (canção do amor ausente) – Palmas-TO., Editora Lucel, 2021
• Descompassaro (a sinfonia solitária sobre os abismos) – Palmas-TO., Travassos Editora, 2022
Obra musical
• EP Cantigas e Quintais – Palmas-TO., 2022
(Fonte: https://www.gilsoncavalcante.
Ronaldo Teixeira – Ronaldo Coelho Teixeira, poeta, escritor e jornalista cearense, radicado no Tocantins. Participou ativamente do movimento cultural em Gurupi e no Estado do Tocantins, desde à época de Goiás, atuando como conselheiro municipal de Cultura e presidente da Associação de Artes de Gurupi (AAG). Atuou como coordenador de Arte e Cultura na Fundação Cultural de Gurupi e depois Secretaria Municipal de Cultura de Gurupi, entre 2005 e 2012. Por quatro (04) vezes foi ganhador da Bolsa Maximiano da Matta Teixeira, do Governo do Tocantins. Obteve o primeiro lugar com o poema O Amor e as Eras, na Antologia Sessenta e Seis Poemas Escolhidos (1993); Publicação do livro de poesia Mercador (1998); publicação do livro de poesia Para que o Fantástico não se Ausente (2010) e Agenda Tocantina 2015, no edital Funcult 2013, que não foi finalizado. Possui ainda as seguintes obras publicadas: Surtos & Sustos – crônicas (2007) e Transwebhumanas – Vinhetas, Metatratados & Baladinhas Poéticas (Editora Kazuá-SP-2019). Tem várias premiações no extinto Prêmio Sesi de Poesias e vários poemas publicados nos livros físicos da Agenda da Tribo (SP)., além de crônicas veiculadas nos sites www.agenciacartamaior.com.br e obvious lounge. É um dos idealizadores e integrantes do projeto Cronistas do Sol, com escritores, artistas visuais e fotógrafos tocantinenses.
Formações e capacitações
I Encontro de Escritores do Tocantins, em Palmas em 1993; Workshop de Literatura ministrado por Wilson Pereira (MG) realizado pelo Sebrae em Gurupi, Tocantins, em 1996; Oficina de Literatura ministrada pela escritora Roseana Murray (RJ), em Gurupi em 2000; palestra Panorama da Literatura Tocantinense, ministrada pela escritora Isabel Dias Neves (GO), em Gurupi, em 2005; realizou a palestra Vida e Obra de Mario Quintana, pelo Sesc Tocantins em Gurupi em 2008; Oficina Literária Cronistas de Hoje, com o escritor Luís Henrique Pellanda, no Sesc em Palmas, em 2014; oficina Um Olhar Sobre o Conto, ministrada pelo escritor Jádson Barros Neves, no Sesc em Palmas, em 2015; minicurso Contos para o Novo Milênio, ministrado por Ronaldo Bressane, no Sesc em Palmas em 2016; Oficina de Biografia, com José Castello, no Sesc em Palmas em 2018; oficina literária Como Escrever seu Romance, com Raphael Montes, no Sesc em Palmas em 2019; oficina Escrita Literária, ministrada por Pedro Tierra (DF) realizada pelo Sesc Tocantins em Palmas, em 2023.
Premiações literárias
2026 – Seu livro de contos Canto Quebrado foi selecionado e será publicado pela A Arte da Palavra Editora, de Pereira Barreto (SP);
2025 – Primeiro lugar no XIV Festival de Causos e Poesia Declamada do Sesc Tocantins, com o poema “Superstição”;
2025 – Seleção do conto Ágrafos para a antologia Microcontos 2025 – Coletânea de microcontos nacionais contemporâneos volume II da Editora Persona (PR);
2025 – Conto O Dia em que o Saci Chorou obteve a 7ª colocação no concurso nacional da Editora Pense e Publique (SP) no 1º Prêmio Literário: O Folclore Como Você Nunca Viu;
2025 – Publicação do poema Nirvana na antologia do 7º Prêmio Scortecci de Poesia, pela Scortecci Editora (SP);
2025 – Publicação do conto Ágrafos pela Editora Comala (PR) no livro Contos em Miniatura;
2025 – Cortejador de Fantasmas (poesia) é escolhido para publicação pela Arca Editora (PA);
2025 – Publicação dos poemas “Gramática do ser”, “Sete likes para se lascar”, “Dos poetas”, “Disléxico”, “Para separar o devaneio da ilusão”, “Proclamas de um antipoeta”, “Terratologia da terrível tetralogia do monstro moderno”, e “Do poema necessário”, no livro À Margem – Antologia Poética Marginal, organizada por Caiane Duarte Furlan e realizado por meio de edital da PNAB da Prefeitura de Bragança Paulista (SP);
2023 – Seu livro Essa Coisa de A(r)mar Palavras (poesia) teve parecer favorável para publicação pelo selo Caravana Grupo Editorial (RJ);
2018 – Edição de 02 poemas no Livro da Tribo (agenda) da Editora da Tribo (SP), textos: Vinheta Autoliterata e Vinheta das Republiquetas;
2017 – Menção Honrosa no concurso nacional de livro de poesia inédito, Prêmio Peixe de Poesia, da Editora Kazuá (SP), com o livro “Espantalho Lírico”;
2017 – Edição de 03 poemas no Livro da Tribo (agenda) da Editora da Tribo (SP), textos: “Vinheta do Velho Segredo”; “Vinheta dos Seres Hipotéticos”; e “Vinheta Olho no Gato”;
2016 – Edição de 05 poemas no Livro da Tribo (agenda) da Editora da Tribo (SP), textos: “Vinheta Transsensata”; “Vinheta Zen”; “Vinheta para um Jovem Perguntador”; “Vinheta Translibertária”; e “Vinheta Transconsumista 3”;
2015 – Edição de 04 poemas no Livro da Tribo (agenda) da Editora da Tribo (SP) – Textos: “Baladinha Autobiográfica”, “Vinheta Autoliterata”, “Vinheta Transpoética 2”, e “Vinheta Transmundiana 5;
2014 – Edição de 04 poemas no Livro da Tribo (agenda) da Editora da Tribo (SP) – Textos: “Vinheta Transmundiana 7”, “Vinheta Transmetafísica”, “Vinheta do Vampiro”, e “Vinheta dos Amantes;
2013 – Edição de 10 poemas no Livro da Tribo (agenda) da Editora da Tribo (SP) – Textos: “Vinheta Brasiliana”, “Vinheta da Globobalização”, “Vinheta Brasiliana 4”, “Vinheta Ultramegahipersupermetafísica”
2012 – Edição de 1 miniconto no e-book do Concurso de Minicontos da Geração Editorial (SP) – Texto: “Como Desaparecer Completamente”;
2012 – Edição de 1 poema no Livro da Tribo (agenda) da Editora da Tribo (SP) – Texto: “Vinheta Filosófica para o Século XXI”;
2011 – Premiação na Bolsa de Publicações Maximiano da Matta Teixeira do Governo do Tocantins – Categoria Poesia/Região Sul – Livro: “Para que o Fantástico não se Ausente”;
2011 – Edição de 7 poemas no Livro da Tribo (agenda) da Editora da Tribo (SP) – Textos: “Vinheta Ética”, “Vinheta Oito e Oitenta”, “Vinheta Agostina 2”, “Vinheta Água e Óleo 2”, “Vinheta Esotérica”, Baladinha Transamericana”, e “Baladinha Humana”;
2010 – Edição de 1 poema no Livro da Tribo (agenda) da Editora da Tribo (SP) – Texto: “Vinheta Blue”;
2009 – Edição de 3 poemas no Livro da Tribo (agenda) da Editora da Tribo (SP) – Textos: “Baladinha para Deus e o Diabo”, “Vinheta Rarajóia” e “Baladinha das Máscaras”;
2006 – Menção Honrosa Concurso Nacional de Poesia – Audífax de Amorin (Colatina-ES) – Texto: “Para que o Fantástico não se Ausente”;
2005 – 1º Lugar no II Prêmio Diamante de Literatura – Categoria Poesia – Texto: “Queria que você estivesse aqui”;
2005 – 1º Lugar no II Prêmio Diamante de Literatura – Categoria Crônicas – Texto: “Surtados”;
2005 – 2º Lugar no II Prêmio Diamante de Literatura – Categoria Contos – Texto: “O negro alimento da alma”;
2005 – 3º Lugar no II Prêmio Diamante de Literatura – Categoria Crônicas – Texto: “Ausência de ponteiros”;
2005 – Edição de 5 poemas no Livro da Tribo (agenda) da Editora da Tribo (SP) – Textos: “Vinheta esotérica”, “Vinheta profética”, “Vinheta quase linda”, “Vinheta maluco beleza” e “Baladinha do decifrador”;
2004 – Edição de 1 poema no Livro da Tribo (agenda) da Editora da Tribo (SP) – Texto: Sem título;
2003 – 1º Lugar no 9º Concurso Benjamim Rodrigues de Poesia Falada – Categoria Poesia – Texto: “Manifesto fatalista”;
2002 – 9º Lugar no Concurso Talentos Literários – Contos, Crônicas e Poesias;
2002 – 1º Lugar no 8º Concurso Benjamim Rodrigues de Poesia Falada – Categoria Poesia – Texto: “O corte final”;
2001 – Edição de 2 poemas no Livro da Tribo (agenda) da Editora da Tribo (SP) – Textos: “Engano” e “Escura mente”;
2001 – 2º Lugar no 7º Concurso Benjamim Rodrigues de Poesia Falada – Categoria Poesia – Texto: “Para que o fantástico não se ausente”;
1996 – 7º Lugar no 4º Prêmio SESI de Poesia – Texto: “Jogo de espelhos”;
1994 – 1º Lugar na Bolsa de Publicações Maximiano da Matta Teixeira – Ano II – do Governo do Tocantins, Categoria Poesia – Livro: “Mercador”;
1994 – 2º Lugar no 2º Prêmio SESI de Poesia – Texto: “Enigmático estigma”;
1993 – 1º Lugar na Bolsa de Publicações Maximiano da Matta Teixeira – Ano I – do Governo do Tocantins, Categoria Poesia – Texto: “O amor e as eras”;
1992 – 2º Lugar no I Concurso Espeto Esperto Bar de Poesia Falada – Texto: “Superstição”.
Serviço
O quê: Ronaldo Teixeira oferece oficinas literárias sobre Mario Quintana e Gilson Cavalcante
Como: Realização de oficinas de forma presencial e com certificados sobre as obras e as trajetórias dos poetas Mario Quintana (RS) e Gilson Cavalcante (TO), em instituições culturais e educacionais
Informações: (63) 9 9257-3579 / [email protected]






